Roberto Rutigliano
Baterista, percussionista, compositor e arranjador
Roberto Rutigliano nasceu na Argentina em 1958 e no ano de 1988 se mudo para o Rio de Janeiro.
Sempre se destacou pelo seu interesse nos mais diversos projetos, seu gosto musical inclui a música clássica a contemporânea, a música brasileira atual e ancestral, a cubana, o tango e o jazz...
Na Argentina estudou com Antonio Yepes, com Alejandro Varela e com Hebert Gouarnalusse.
Desde criança se envolveu com a percussão regional tocando “bombo legüero”, anos mais tarde profissionalmente tocou com Marikena Monty, Daniel e Oby Homer, Julio Lacarra entre outros.
Compus música para Ballet, tocou em grupos de música contemporânea, clássica, de jazz e em peças teatrais.
Na sua juventude em Buenos Aires chegou a estudar Letras, experimentou o desenho e durante anos a militou na esquerda durante a resintencia á ditadura militar.
Viajou a Europa a Estados Unidos onde estudo bateria com Alan Dawson e Michel Carmin.
Radicou-se no Brasil na procura de um entorno mais fértil para desenvolver a sua vocação musical.
Desfilou em varias Escolas de Samba (Império da Tijuca, Mocidade Independente de Padre Miguel) e blocos de Carnaval tocando caixa e tamborim, tocou junto a Ney de Oxossê no grupo de Afoxê “filhos de Corin Efâ”, participou durante mais de dez anos tocando no bloco “Gigantes da Lira” especialista em frevos e marchinhas, no bloco “Laranjada” tocando caixa de Samba e no Carnaval de 2011 foi o mestre de bateria do bloco “Feitiço do Villa”.
Na área de educação trabalha como professor de bateria nos Seminários de música Pro arte desde o ano de 1998.
Publicou artigos em revistas da Argentina como “El Musiquero” e em sites especializados no Brasil como “Batera.com”, realiza workshops e clÃnicas nas principais escolas de músicas do Brasil e da Argentina.
Em 2005 participou do primeiro “Montevideo drum festival” ao lado de nomes como Osvaldo Fattoruso e Daniel Volpini.
Tocou no grupo Xekerê (gravou três discos), com a Rio Latin Jazz e em duo com a flautista Odette Ernest Dias (gravação produzida por Egberto Gismonti), tocou junto com músicos como Hermeto Pascoal e Yamandu Costa. Em 2010 realizou o show Tributo a Bill Evans junto a Dario Galante e Bruno Migliari.
Em 2011 tocou na Argentina com Adriana Rios no espetáculo "Mundo Jobim", com Arturo Puertas e no Brasil com o quarteto "Reciclássico" junto a Ana de Oliveira, Tomás Improta e Tony Botelho recriando clássicos da música brasileira como F.Mignone e H. Villa Lobos.
Realiza um tributo a Elvin Jones junto a Fernando Trocado, Idriss Boudrioua e Ronaldo Diamante.
Lidera um show em homenagem a Miles Davis junto a trompetistas como Altair Martins, Jose Arimateia e Paulinho trompete.
Lidera também do quinteto junto com Tomás Improta, Fernando Trocado, Paulo Russo com um repertório voltado para a obra de John Coltrane junto com participação inclusive de músicos como Marcelo Martins, Jefferson Lescovich e Widor Santiago.
Toca também um repertório de musica brasileira e de composições próprias em trio junto ao pianista Pablo Lapidusas e ao contrabaixista Bruce Henri.
Em 2012 tocou em duo junto a Quique Sinesi em Buenos Aires.
Acaba de faze ruma viagem a SuÃça e tocar junto Gabriela Bergallo para dois shows de musica latino-americana, um espetáculo de música brasileira chamado “melodias brasileiras” no Festival do Teatro Di Cápua em Embrach e uma máster classe sobre música brasileira junto com a banda Latin Jazz Ensemble em Zurique.
No mês de novembro se prepara para uma turnê em Buenos Aires junto a Abel Rogantini y Mariano Martos tocando Bossa Nova, musica argentina e composições próprias no espetáculo “Diálogos”.
Em 2013 estréia o show Tango Negro junto a Chico Chagas, Tomás Improta e Ronaldo Diamante.
Em Buenos Aires estréia SuÃte Brasileira reunindo o melhor dos compositores brasileiros como Cláudio Santoro, Dorival, Tom..a banda é formada por Josi Dias, Abel Rogantini e diego Wainer.
Estréia também o projeto El Perseguidor reunindo a literatura e a música (Charlie Parker e Julio Cortazar)..O conto de Cortazar e dramatizado ao vivo por o ator Chico Diaz e o saxofonista Bird é homenageado por uma banda que reúne a Idriss Boudrioua, Fernando Trocado, Tomás Improta e Sergio Barrozo.
No mês de maio lança o projeto Mambo Jazz junto a Vanessa Rodrigues, Altair Martins e Felipe Medina no Rio, grupo dedicado ao Latin-Jazz.
No final de 2013 realiza 4 show no festival internacional de Tango no Centro Cultural Banco do Brasil.
Em 2014 toca um espetáculo dedicado ao Edu Lobo em 13 shows no circuito do Rio de Janeiro.
Em março e Buenos Aires forma o espetáculo “Tangos y algo más” junto a Daniel Binelli (bandoneón) , Américo Belloto (trompete), Juan Pablo Navarro (contrabaixo) e Abel Rogantini (piano).
No Rio realiza o espetáculo dedicado ao centenário de Anibal Troilo junto a Martin Lima (bandoneón), Tibor Fitel (piano, Adrian Barbet (baixo) e Natalia Mer (voz) interpretando a Suite Troileana de Piazzolla e clássicos do compositor argentino.
Realiza uma homenagem ao Luis Alberto Spinetta atualizando a obra do músico argentino nos palcos cariocas.
Volta a Buenos Aires e realiza show com músicas próprias e clássicos das culturas argentinas e brasileiras com um conceito de jazz, junto a músicos como Paolo Russo (bandoneón) , Diego Waigner (contrabaixo), Americo Belloto (trompete) e Abel Rogantini (piano).
Escreve dois artigos para o Site Afreaka sobre a influencia da cultura africana na América e sobre os ritmos do Candomblé e seu desdobramento na música brasileira.
Estréia o tributo a Billie Holiday no Rio com a cantora inglesa Folakemi como protagonista.
Junto com Zezo Olimpio (piano), Alex Rocha (baixo), Guilherme Dias Gomes (trompete) e Thiago Ferté (sax) realiza o show dedicado ao Horace Silver.
Junto com Zezo Olimpio (piano), Adrian Barbet (baixo ) e a cantora Ceci Medeiros realiza o espetáculo “Boleros” dedicado ao repertorio latino.
Junto com Paulo Russo (contrabaixo), Alexandre Carvalho (guitarra) e Fernando Trocado (sax) interpretam o show “A era do Jazz”.
Participa do Encontro no Caraça junto a músicos de todo Brasil onde toca a Suite em Si menor de Bach junto a Odette Ernest Dias na Igreja do Santuário de Caraça em Minas Gerais.
Prepara um projeto dedicado a músicas da sua própria autoria e inaugura novas parcerias com músicos como Blas Rivera (sax).
Em 2015 toca com Chico Chagas trio, continua desenvolvendo seus projetos de jazz, tributo a Billie Holiday , Horace Silver e “O Perseguidor” junto a Paulo Levi e com grandes músicos da cena carioca no circuito da noite carioca.
Atualmente realiza o um projeto em homenagem a Luiz Eça junto ao Marvio Ciribelli (piano), Fernando Trocado (sax) e Sergio Barrozo (contrabaixo).Um duo com a pianista Fernanda Canaud interpretando composições próprias e música de câmara brasileira e uma viagem para Buenos Aires tocando música brasileira com grandes nomes da cena portenha como os pianistas Hernan Jacinto e Rodrigo Aberastegui, o guitarrista Pablo Militineos, os baixistas Juan Pablo Navarro e Diego Waigner e o trompetista Americo Belloto.